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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

CONTO DE FADAS? NEM TANTO...


Essa é a primeira de muitas histórias que vão nos ensinar estrofes necessárias pra conduzir alguns versos da nossa poesia dramática, cômica, trágica ou sensata chamada relacionamento...

Lembro daquela moça alegre que conheci na faculdade de administração, com um sorriso que contagiava todos e uma alegria que a tornava o centro das atenções, uma mulher de modos finos e uma voz maravilhosa, criada com requintes, moradora de uma mansão em um bairro nobre da cidade, não! Isso não é um conto de fadas...

Aprendi durante anos que nem sempre o que nos sorrir se veste de felicidade pra isso e passei adotar a política discreta da vida que se disfarça...

Foi a dez anos onde uma burguesinha filha de um Árabe bem sucedido, que tinha motorista a disposição, se apaixonou por um rapaz da periferia, que esperava meia hora o ônibus que demoraria mais uma pra chegar em casa, filho de um professor batalhador...Os dois personagens dessa história tinham tudo pra nos fazer acreditar que pessoas de culturas e padrões sociais diferentes podem sim darem certo...Ou não?

Ela namorava um estudante de medicina bem visto pela família e o sonho de consumo de qualquer sogra, mas...A vida nem sempre imita um conto de fadas...

Aquela mulher aparentemente forte, aparentemente alegre e bem vivida, escondia episódios tristes na sua vida, começar pelo fato de ter enterrado seu ídolo (Pai) tão jóvem, junto a ele foi enterrado o conforto, o motorista, as empresas, os sonhos e o porto seguro. Mas o mundo não desabou pra uma mulher capaz de recomeçar e aprender conviver com a nova realidade, a vida de "plebeia" começou quando ela se casou com o dito rapaz lá do começo da história, o médico? Não! Não! Isso é uma outra história...Casou-se com pouco mais de vinte anos e acreditou como todas nós"que tudo era pra sempre, sem saber que o pra sempre sempre acaba"...Essa mulher estudou, aprendeu a andar de ônibus, aprendeu que a vida real é bem diferente da de um conto de fadas, começou como vendedora em uma empresa multinacional até chegar ao cargo de gerente...Muito querida por todos por ter um carisma e uma alegria extravagante...Ela não usava decote, não saia pra balada e vivia para o marido, mas o marido não deixou de olhar os decotes, das outras não deixou de ir para as baladas sozinho e não vivia só pra ela...Um contexto que contradizia tudo o que ela havia sonhado. nessas horas quando o conto de fadas termina, as amigas são o blush que faltava, o decote que não tinha e a balada que precisava, a sapa virou princesa como um toque de mágica, essa mulher passou a viver e a estampar no rosto o amante que faltava, ops! O brilho que faltava! Alisou e cortou os cabelos, emagreceu, trocou as roupas de senhoras (bruxas) e apostou nos decotões (fadas), virou cliente vip de uma revendedora de cosméticos e adotou o famoso "Acorda Alice!", aquela mulher que sorria com frustrações escondidas não existia mais, passei a enxergar uma mulher que sorria e sabia que a vida real é uma "diz puta" por dia, que a concorrência não atuava somente no mercado de trabalho, aquela mulher se fez viva, se atualizou depois de anos, escondida em blusas estampadas pavorosas, acreditou mais em sí e passou a ver seu príncipe como o grande sapo que era, aquela que todos admiravam por ser alegre e engraçada, passou a ser admirada por ser alegre, engraçada, sexy, ousada e linda...Ela descobriu a traição do marido, descobriu a traição dela com ela mesma, ao invés de fazer o que todas fazem (cortar os pulsos e criar rugas chorando), ela se fez capaz, mostrou que mulher traída não é sinômimo de mulher morta, ele agradeceu a nova mulher, ele prometeu nunca mais encontrar a amante, ela fingiu que acreditou, mas sabia que o sapo nunca ía virar príncipe devido sua cultura de pântano, ela? Beijou muito, melhorou a pele reversando "cosméticos", viajou num cruzeiro marítimo, viajou pra Europa, pra Fortaleza...Viajou pro mundo real e ensina-nos uma grande lição...Que quem tem chifre não vai pro céu...Vai pra balada, vai pro motel, vai pra Europa, vai pra um cruzeiro marítimo, cheio de homens lindos, vai pra fortaleza...Ensina-nos que chifre não é coisa que colocam na nossa cabeça, chifre é coisa que nos ensinam a colocar na cabeça dos outros, ensinou que conviver com chifre pode se tornar um contos de fadas, onde o sapo virou boi e a princesa pode virar uma abelha rainha, mel é o que não falta agora a vida dela...(rs)...Final feliz? Não! Porque essa história ainda não teve um final, ela ainda tem muitas histórias pra viver, ele continua ocultado a amante, ela continua expondo o decote, os chifre? Isso é só um conto de fadas! (risos).

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

FICA A DICA ...POMPOIR


A Técnica Sexual de Pompoir


Aumentar o seu prazer e o do seu parceiro é a promessa dos exercícios de Pompoir que pode fazer em qualquer local. Benwa
A técnica do Pompoir é uma técnica que terá surgido na Índia e que mais tarde foi adaptada pelo médico Arnold Kegel, através de forma de exercícios para prevenir e corrigir problemas de saúde feminina. É a palavra originária do tamil (pahm-pour), língua do Sri Lanka e sul da Índia e significa comando mental sobre o pubococígeo, os músculos circunvaginais e os grandes lábios da vulva.
A definição da palavra é algo como ‘chupar o pénis com a vagina’, remetendo para a imagem de sexo oral e da pressão que a boca pode exercer durante este acto. E esta é a base de acção da técnica de Pompoir, sendo essa a sensação proporcionada ao companheiro quando a mulher, ao movimentar o corpo, usa os músculos treinados da vagina para sugar e libertar o pénis sucessivamente. Algumas mulheres podem nascer com esta habilidade, mas todas têm a possibilidade de aprender e de praticar, bastando para tal algum exercício.
Os primeiros registos das técnicas do Pompoir encontram-se em antigos escritos da Índia e no Tantra Yoga encontra-se uma prática que se assemelha ao Pompoir, ao despertar a energia Kundalini que está adormecida na base da coluna.
Nesta técnica, o casal praticava o acto sexual sem que se chegasse à ejaculação, cabendo à mulher o papel activo de manter excitado o companheiro continuamente, usando os movimentos da vagina.
No inicio do século XX, gueixas japonesas e prostitutas tailandesas, usavam a técnica para proporcionar maior prazer aos clientes. Para tal treinavam as vaginas com as contas de colares, as percursoras das actuais Ben Wa, as bolinhas orientais usadas para treinar os músculos vaginais. Em espectáculos mais ou menos públicos, as prostitutas tailandesas começaram a usar esta técnica usando a vagina para fumar cigarros ou atirar pequenos objectos, tal era o estado de desenvolvimento dos seus músculos. Mas a técnica conheceu fama mundial quando, em 1976 no filme ‘Império dos Sentidos’ o mundo viu a actriz principal sugar e expulsar da vagina um ovo cozido.
Entre algumas raças humanas, os músculos vaginais estão anormalmente desenvolvidos. Na Abissínia as mulheres são conhecidas por conseguirem provocar o orgasmo ao homem sem mexerem qualquer outro músculo do corpo e poderem também provocar-lhe dores intensas. Esta técnica é conhecida entre os árabes como ‘Kabbazah’, um termo que significa ‘segura’ e é usado para descrever a mulher que possui a arte de prender coisas com a vagina.
Em algumas pinturas indianas em que parece impossível ocorrer qualquer movimento, ou onde a mulher está a tocar um instrumento musical, a intenção é representar a arte de Pompoir, em que ela está no comando e lentamente consegue levar ao orgasmo o parceiro apenas com a vagina.
Os músculos pélvicos e vaginais podem ser exercitados como quaisquer outros e aqui está mais em jogo do que o puro prazer narcisista da musculação, porque devido a estes exercícios a mulher alcança uma intensificação do prazer sexual, assim como evita vir a sofrer de prolapso do útero, afrouxamento da região pélvica, causada por partos, excesso de ocorrências inflamatórias (vaginites, etc.), pela própria idade (a mulher começa a modificar sua estrutura vaginal a partir dos vinte e cinco anos) ou devido a excesso de peso.
Benwa
Uma forma de ginástica semelhante foi desenvolvida pelo médico americano Arnold Kegel, em 1950, uma técnica para contrair os músculos vaginais, em movimentos repetitivos em quinhentos exercícios. Segundo estudos de Kegel, são necessários três meses de exercícios diários para a mulher atingir ponto de excelência.
Indicamos aqui alguns exercícios básicos desta ginástica, que pode ser um princípio para descobrir mais acerca do Pompoir:
1 – Sente-se numa cadeira (evite os sofás) com a coluna ligeiramente inclinada para a frente, sem causar desconforto, mãos nos joelhos e os pés em posição paralela. Inspire, contraindo os músculos da vagina, como se segurasse algo dentro dela, conte até 30 e relaxe expirando. Repita esse exercício por dez minutos.
2 – Em pé, com os braços ao longo do corpo, mantenha os pés paralelos e ligeiramente separados. Contraia as nádegas e tente uni-las ao máximo que puder. Conte até dez e relaxe.
3 – Em pé, contraia e relaxe a musculatura da vagina durante dez minutos.
O exercício seguinte é usado para treinar os músculos que rodeiam a vagina: deite-se no chão com as pernas em posição de sapo (os pés unidos e os joelhos afastados e dobrados) e deixe os músculos da vagina e do estômago relaxarem. Imagine as duas paredes interiores da sua vagina e tente uni-las contraindo os músculos como se estivesse a impedir a saída de urina, durante cinco segundos.
Alguns destes exercícios podem até ser realizados em casa, no emprego, enquanto espera pelo autocarro ou ao volante do seu carro e enquanto o sinal não muda, sempre que sentir que os pode realizar, mas é recomendado que siga todos os passos durante vinte minutos por dia.
Pode ainda praticar alguns exercícios com o auxílio das bolas bem wa, usadas há séculos no Oriente para exercícios de fortalecimento vaginal. São duas bolas ocas, de ouro, prata ou marfim, ligadas por um cordel, contendo pesos ou com o aquaflex, uma peça de plástico com formato de pêra, que se desatarracha para a introdução de vários pesos, utilizada para ginastica de fortalecimento de músculos vaginais.
O canal vaginal é composto de vários anéis e esta técnica permite controlar a força destes, que deverá treinar diariamente para fortalecer a musculatura e obter velocidade nos movimentos, que são, pelo menos, quatro: Contracção; Sucção; Expulsão e Torção. As contracções podem ser de todos os anéis juntos ou separadamente e em relação à força, esta irá permitir desde um carinho no pénis até castigá-lo duramente (nem pense nisso!!). Com alguma prática, pode até simular uma nova virgindade, sem necessidade de recorrer a cirurgia plástica.

Fonte:http://www.mulherportuguesa.com/amor/sexualidade/2207

domingo, 26 de dezembro de 2010

AS GOROROBAS SEMPRE FUNCIONAM...

Então...Atire o primeiro abacate aquela que nunca fez uma gorobinha pra ficar mais bela, mesmo que cientificamente não funcionasse pelo menos psicologicamente dava super certo, eu já fiz de tudo e continuo fazendo, visto que sinto na pele e no cabelo os benefícios e resultados "ma-ga-vi-lho-sos", também seria frustrante não acontecer o esperado, porque as gororobas fedem que é uma maravilha, então vamos lá...Vocês já ouviram falar em babosa é óbvio! Só não sabem que ela é a segunda planta mais completa em componentes benéficos do mundo, só perde para o noni, isso em poucos quesitos, a babosa faz milagres capilares e dermatológicos, éeeeeeeeee, a senhorita babosita é uma aliada a nós que queremos ficar cada vez mais poderosas, a receitinha é muito básica e milagrosa, comprem uma folha de babosa grande, corte a folha na lateral e raspem a baba com uma colher, em seguida misture qualquer creme de cabelo e bata até formar a aparência de uma clara em neve, depois passe a gororobita no seu cabelo, deixe ali por duas horas e depois lave com água fria, repita isso duas vezes na semana e depois você pode dizer que fez tratamento capilar em Miami fofa, porque o resultado é inacreditável, digno de satisfação em dobro, eu recomendo!
Boa sorte!

A MULHER É O QUE COME...

O comportamento de nós mulheres é veramente estimulado pelo  que comemos, se estamos bem servidas estamos bem, se estamos mau comidas estamos estragadas , se eles fazem dieta ficamos famintas, a verdade sigilosa de todas nós é que precisamos ser bem alimentadas, todos os dias, precisamos ser bem servidas sempre, mas não é isso que acontece com a maioria de nós, em constantes reclamações vivemos insatisfeitas, com risco de não estarmos sendo o prato principal e tão pouco a sobremesa, sobre cama e muito menos sobre coxa, se é que vocês me entendem, tudo bem! Cada uma com sua particularidade sexual, cada uma com seu apetite e suas oferendas  gastronômicas, onde o frango assado ficou sem graça,  onde os chocolates e afins já não são mais novidades...Atire a primeira calcinha aquela que nunca teve uma fantasia gastronômica sexual...Bom! Se não teve passe a ter logo, antes que nem pra sobremesa você sirva mais, a curiosidade e criatividade na cozinha, no quarto, na escada, na sala... Fazem parte de grandes aperitivos, existem diversas maneiras se você variar seu cardápio e ser um belo boquete, ops! Banquete! Daqueles que o devorador salive de vontade, encha o prato e  (t) coma,  coma e coma...Bastam pequenos esforços e temperos, basta você se apimentar mais, já ouviu falar em pau-de-verônica? Pompoir? Pontos G? Você já tomou água bem gelada e depois chupou o canudinho? Já comeu uma banana inteira e tentou tirar a casca com a língua? Já colocou os ovos na boca enquanto bate a massa do bolo? Nunca teve esse tipo de apetite? Então seja gulosa o quanto antes, porque a competição gastronômica é forte e rápida, alimente bem seu gado com ração de primeira , porque é ele quem vai deixar ou não sua pele ótima, afinal! Você é o que você come, ou seja, você pode ser o melhor banquete se quiser e for curiosa, ele nunca mais vai querer comer fora de casa, isso vai depender do seu apetite, boa digestão!!